Dinâmica
de Grupo de Sensibilização, adaptada pelas alunas do quinto período do curso de
Psicologia da Fits – Faculdade Integrada Tiradentes, Edivânia Andreia Marques de Oliveira e Fernanda
Karla Alves Celestino, como
atividade referente à segunda unidade da disciplina de Dinâmica de Grupo II, sob
orientação do prof. Rocha Junior.
“Sem ternura as palavras tornam-se duras e
as atitudes indesejáveis.”
(FRITZEN,
p. 25)
Estrutura das Vivências:
ü
Objetivo;
ü
Materiais;
ü
Tempo;
ü
Procedimentos;
ü
Observações;
A Vivência
Optamos em iniciar o
processo de grupo de hoje com uma pequena atividade de contato com o outro a
fim de efetuar um quebra-gelo. Após o quebra-gelo, será realizada a vivência ‘Quem
Naufragará?’
Quebra-Gelo
“Abraços”
Objetivos: Sensibilizar,
“quebrando o gelo” e despertando a amizade.
Materiais: Toca
fitas ou CD
Tempo: Cerca de 5 a 10 minutos.
Procedimento: Todos de pé. Enquanto ouvem uma música, tentarão
despertar o máximo de sentimentos bons em seu coração. Quando se
sentirem prontos, sem nenhum sinal prévio, deverão abraçar os amigos,
tentando dividir e transmitir esse sentimento aos demais.
Não será necessária
avaliação ou comentários finais.
Quem Naufragará?
Objetivos: Tomar consciência do significado de cada pessoa dentro do grupo.
Descobrir as razões pelas quais continuamos no grupo e pelas quais desejamos
que outros membros continuem no mesmo grupo. Dispor os membros do grupo para
que recebam mensagens positivas e também negativas que surgem dentro do grupo,
sabendo que todos têm uma solução construtiva se houver disposição para isso.
Material:
Colchonetes;
Aparelho de som.
Tempo: Aproximadamente quarenta e cinco minutos;
Procedimento:
1.
As facilitadoras convidam os participantes para que tomem
posições relaxadas, dispostos à fazer uma viagem de barco de fantasia.
2.
A viagem se inicia tranqüila e harmônica, todos estão felizes.
Porém, o capitão anuncia uma forte tempestade.
3.
O barco corre o sério risco de afundar.
4.
A água começa então à invadir o barco. Todos recebem a ordem de
buscar os salva-vidas, contudo, não há salva-vidas para todos os tripulantes.
5.
Somente devem entrar nos botes salva-vidas quem tiver razões
fortes para viver. Você tem razões importantes para estar vivo? O resto
afundará? Quem deixaremos entrar nos botes? Quem deixaremos para traz? Quem
você deixará fora?
6.
Após esta etapa o grupo irá partilhar sua experiência.
Referências Bibliográficas:
ALVES, Walter O. Introdução ao Estudo da
Pedagogia Espírita. IDE
FRITZEN, Silvino José. Relações Humanas Interpessoais: nas convivências grupais e comunitárias.
– 16 ed. – Petrópolis,RJ: Vozes, 2007
PRETTE, Almir Del
/ Zilda A.P. Del. Psicologia das Relações Interpessoais: vivências
para o trabalho em grupo.- 5 ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2007