terça-feira, 25 de novembro de 2014

Projeto de Extensão Move Mente - "Chife" Uma Aventura em Moçambique.

Estou extremamente em dívida comigo mesma, pois não consegui ainda expor aqui minhas realizações no Projeto de Extensão Move Mente. A cerca de 03 anos, eu e meu colega e parceiro, Johseph Paballo, viemos construindo uma proposta de intervenções junto a um grupo de adolescentes do ensino fundamental, que apresentam problemas relacionados à aprendizagem, e à vivência escolar. Porém, começarei aos poucos os meus relatos sobre o Projeto Move Mente.


Este foi o material de divulgação de uma das melhores intervenções realizadas pelo Projeto Move Mente, na Escola Estadual Eunice Lemos de Campos, situada no bairro do Benedito Bentes, em Maceió.


O release desta proposta, que está abaixo, foi construído por Fabiana Albuquerque, iluminadora do cenário musical pernambucano, marketeira, cozinheira de cupcakes,  viajante, aventureira, e amiga. 


Na próxima postagens, prometo divulgar os resultados desta divulgação, e da intervenção na escola.


Colóquio Brasileiro de Gestalt

Não saberia dizer o porquê, mas o fato é que atualizo esse blog a cada 6 meses, aí vou colocando o acumulo das experiências que vivi. Dentre estas experiências, e os aprendizados  importantes, devo incluir minha participação no Colóquio Brasileiro de Gestalt, que se realizou aqui em maceió, no último mês de outubro, nas dependências do maravilho Lar São Domingos.


Foi um evento de fato diferente, mais vivencial, integrativo, humano, 
assim como eu imaginava que a Gestalt Terapia realmente fosse.


Facebook do Colóquio: https://www.facebook.com/fritz.perls.902/about


Contudo, ainda pude me surpreender com a qualidade dos profissionais envolvidos no evento, a intensidade  dos participantes em aprender, e ou, entender o que estava de fato acontecendo ali.


Site do Colóquio:
https://sites.google.com/site/eksistenciaescola/eksistencia/coloquio-brasileiro-de-gestalt-2014/inscricoes-coloquio-brasileiro-de-gestalt-2014



Afinidade, aptidão, identificação, afetividade, envolvimento, processo terapêutico, quebra de paradigmas... Foram algumas das minhas percepções...


Resenha do Filme - Patch Adams, O Amor é Contagioso


Acredito já ter assistido a este filme cerca de cinco outras vezes na vida, mas esta é a primeira vez que tenho de escrever sobre ele, e escrever para uma disciplina do 8° semestre de psicologia. Desta última vez em que assisti, pude perceber muitos detalhes impregnados da minha visão de estudante de psicologia, mas a principal diferença foi sobre a real influência do personagem que inspirou a realização deste filme. 

O filme Patch Adams – O amor é Contagioso, foi inspirado no livro "Gesundheit: Good Health Is A Laughing Matter" por Hunter Doherty Adams e Maureen Mylander, e estrelado pelo saudoso Robin Williams, no papel de Patch. O personagem inicia sua saga ao ser internado voluntariamente em um hospital psiquiátrico após uma tentativa de suicídio. No hospital ele se interessa por conhecer alguns internos, e acaba por desenvolver uma relação empática com eles, quando consegue "entrar em suas loucuras". A partir deste momento, Pach sente que pode tocar um outro ser humano, e tem um “insight” de que é isto que ele quer fazer de sua vida: ajudar as pessoas. Decide então entrar para a faculdade de medicina, mesmo não sendo mais tão jovem quanto a maioria dos estudantes do campus da Virginia Medical University

Logo na primeira aula, Patch sente-se inquieto com as palavras ditas pelo reitor sobre a necessidade de que os estudantes sejam desumanizados, para que possam tornar-se médicos. Patch não apenas incomoda-se com este discurso, como também com o fato de que só é permito aos estudantes a vivência com os pacientes a partir do terceiro ano de faculdade. Então, o personagem encontra jeitos e artimanhas para conviver com os pacientes do hospital universitário, onde pouco a pouco promove momentos de descontração e alegria junto à crianças, e pacientes terminais. 

Ao longo da história, o reitor da universidade, o mesmo que ministrou o discurso da aula inaugural, promove perseguições aos métodos e práticas de Patch dentro do hospital, colocando-o certa vez para organizar o ginásio para uma convenção de ginecologistas, e sendo então surpreendido pela irreverência de Patch, que decora a entrada do ginásio com pernas gigantes, abertas como em uma maca de um ginecologista. O reitor tenta efetuar uma primeira expulsão de Adams, mas ele apresenta ótimas notas e consegue consentimento para continuar. Contudo, recebe restrições severas para suas intervenções no hospital.


Inquieto com as relações médico/paciente, Patch motiva-se para a criação de um centro de cuidados médicos humanizado. Reúne seus colegas mais próximos, dentre eles sua amada, Carin (Monica Potter), e Truman (Daniel London), afim de reunirem pessoas que necessitem de cuidados humanizados, montando uma espécie de cooperativa de cuidados médicos e humanos. O instituto, que tem sua sede cedida por um rico paciente do hospital psiquiátrico no qual Patch esteve interno, cresce, e recebe diversos tipos de colaboração de pacientes e cuidadores.

Novas perseguições à concessão do direito de exercer a medicina para Patch Adams são realizadas, chegando a ser efetuada a expulsão da universidade. O caso é levado ao conselho de medicina, que deve deliberar sobre o direto de graduação de Patch. Este é um belo momento do filme, sobretudo em termos técnicos, para o objetivo desta resenha. No conselho, o personagem realiza um bonito discurso, onde estão presente diversos conceitos trabalhados no novo paradigma da saúde. No discurso, Adams diz: "O que há de errado com a morte? O que receamos de forma tão mortal? Porque não podemos tratar a morte com uma certa dose de humanidade, dignidade, decência; e talvez, até, humor? A morte não é o nosso inimigo, meus senhores. Se vamos lutar contra uma doença, lutemos contra uma das mais terríveis doenças de todas: a indiferença. A transferência é inevitável. todo ser humano causa impacto nos outros. Porque evitar a relação entre médico e pacientes? O que ensinam está errado. A missão do médico deve ser não apenas de evitar a morte, mas de melhorar a qualidade de vida. Quando se trata uma doença, pode-se ganhar ou perder; mas quando se trata uma pessoa, ganha-se sempre”.



Sobretudo, uma das principais mensagens passadas por essa história, baseada na verdadeira carreira do médico Hunter Doherty "Patch" Adams, é a quebra dos velhos paradigmas. A recusa de Patch em trabalhar seguindo unicamente o modelo biomédico de tratar A Doença, e não O Ser Humano, com certeza tem sido referência fundamental para as mudanças das últimas décadas. Grupos de voluntários que buscam desenvolver a alegria, a risada, e o entretenimento nos ambientes de tratamento à saúde, estão hoje espalhados por todo o mundo. Patch deixou sua marca, e apesar de ter dado seu depoimento em entrevistas, como à revista Veja, ao programa Roda Viva, dentre outros, alegando que o cinema preferiu retratá-lo apenas como um palhaço que faz graça, e que faltou alguma emoção no filme. O telespectador pode sentir através da interpretação deliciosa de Robin Williams, toda a saudável rebeldia deste médico-louco, que contribuiu para o trabalho de médicos, psicólogos, psiquiatras, enfermeiros, fisioterapeutas, voluntários de todas as profissões, e principalmente para a cura pelo amor, carinho, e pela alegria àqueles que precisam. 

 


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Minha sincera homenagem e imensa gratidão à todos os Professores e Professoras. Que de alguma forma, ao longo de minha história estudantil, me auxiliaram a estar hoje estudando a ciência da Psicologia, com amor, dedicação e a esperança na construção de um mundo onde todos os indivíduos tenham oportunidades diversas de se desenvolverem e evoluírem utilizando a estrutura mais poderosa que existe: a nossa mente.

Hoje também leciono, no estágio, com disciplinas extra-curriculares como musicalização, iniciação da língua inglesa, e desenvolvimento do conhecimento. Além do projeto de ensino aprendizagem que está em fase de elaboração, o qual não vejo a hora de poder aplicar junto ao público adolescente de uma escola pública. Estou engatinhando nestes passos da educação, mas já sinto imenso amor por esta prática profissional. Se vier a tornar de fato Professora, tenham certeza meus mestres, que cada um de vocês foi importante nesta jornada. 

15 de Outubro
Dia do Professor

Parabéns e Obrigada Queridos Professores!

Psicossomática e o Sistema Digestório - Um filme de Fernanda Alves e Johseph Paballo



http://www.youtube.com/watch?v=g9nfEuZxF4U

A primeira dinâmica a gente nunca esquece...


Dinâmica de Grupo de Sensibilização, adaptada pelas alunas do quinto período do curso de Psicologia da Fits – Faculdade Integrada Tiradentes, Edivânia Andreia Marques de Oliveira e Fernanda Karla Alves Celestino, como atividade referente à segunda unidade da disciplina de Dinâmica de Grupo II, sob orientação do prof. Rocha Junior.

“Sem ternura as palavras tornam-se duras e as atitudes indesejáveis.”
(FRITZEN, p. 25)


Estrutura das Vivências:

ü     Objetivo;
ü     Materiais;
ü     Tempo;
ü     Procedimentos;
ü     Observações;





A Vivência

Optamos em iniciar o processo de grupo de hoje com uma pequena atividade de contato com o outro a fim de efetuar um quebra-gelo. Após o quebra-gelo, será realizada a vivência ‘Quem Naufragará?’

Quebra-Gelo

“Abraços”

Objetivos: Sensibilizar, “quebrando o gelo” e despertando a amizade.
Materiais: Toca fitas ou CD
Tempo: Cerca de 5 a 10 minutos.
Procedimento: Todos de pé. Enquanto ouvem uma música, tentarão
despertar o máximo de sentimentos bons em seu coração. Quando se
sentirem prontos, sem nenhum sinal prévio, deverão abraçar os amigos,
tentando dividir e transmitir esse sentimento aos demais.
Não será necessária avaliação ou comentários finais.




Quem Naufragará?

Objetivos: Tomar consciência do significado de cada pessoa dentro do grupo. Descobrir as razões pelas quais continuamos no grupo e pelas quais desejamos que outros membros continuem no mesmo grupo. Dispor os membros do grupo para que recebam mensagens positivas e também negativas que surgem dentro do grupo, sabendo que todos têm uma solução construtiva se houver disposição para isso.

Material: 
Colchonetes;
Aparelho de som.

Tempo: Aproximadamente quarenta e cinco minutos;

 Procedimento:

1.               As facilitadoras convidam os participantes para que tomem posições relaxadas, dispostos à fazer uma viagem de barco de fantasia.
2.               A viagem se inicia tranqüila e harmônica, todos estão felizes. Porém, o capitão anuncia uma forte tempestade.
3.               O barco corre o sério risco de afundar.
4.               A água começa então à invadir o barco. Todos recebem a ordem de buscar os salva-vidas, contudo, não há salva-vidas para todos os tripulantes.
5.               Somente devem entrar nos botes salva-vidas quem tiver razões fortes para viver. Você tem razões importantes para estar vivo? O resto afundará? Quem deixaremos entrar nos botes? Quem deixaremos para traz? Quem você deixará fora?
6.               Após esta etapa o grupo irá partilhar sua experiência.






Referências Bibliográficas:

ALVES, Walter O. Introdução ao Estudo da Pedagogia Espírita. IDE

FRITZEN, Silvino José. Relações Humanas Interpessoais: nas convivências grupais e comunitárias. – 16 ed. – Petrópolis,RJ: Vozes, 2007
PRETTE, Almir Del / Zilda A.P. Del. Psicologia das Relações Interpessoais: vivências para o trabalho em grupo.- 5 ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2007